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O que é isto?
BAKEMON


BAKEMON NA MOSTRA

CHICHA TU MADRE
(Peru/Argentina, 2006. Dir. Gianfranco Quattrini)
Um taxista todo fodido com dívidas tenta ganhar uns trocos a mais como vidente e fica na dúvida se ele é bom mesmo ou é tudo coincidência. Interessante retrato de como as pessoas tentam ganhar a vida numa cidade grande. É o tal jeitinho brasileiro em Lima, cheio de esperteza, individualidade, malícia etc.

CLERKS II (foto)
(EUA, 2006. Dir. Kevin Smith)
Na sequência de O BALCONISTA, Dante e Randal passam o tempo "trabalhando" numa lanchonete enquanto Dante prepara seu casamento e ir embora para a Florida. No meio de tantos filmes mais sérios, é sempre bom resfriar a cabeça com uma comédia cheia de merdas filosóficas, bobagens e papo-furado. Só lamento umas piadas racistas que não fariam a mínima falta, pois o resto do filme garante — e muito — a diversão. E, sim, Jay e Silent Bob estão lá! Como sempre, acima da média.

O SOL
(Solnze; Rússia/França/Itália/Suiça, 2005. Dir. Aleksandr Sokurov)
Seria simplista demais falar que esse filme registra apenas os últimos momentos do imperador Hirohito antes da assinatura da rendição japonesa na 2ª Guerra Mundial e esquecer que são também os últimos momentos dele como um ser divino (não para mim, mas para ele, claro). O filme mostra um cara solitário e resignado que busca encontrar um pouco de alegria nas pequenas coisas da vida, até mesmo nos encontros com o general MacArthur. Denso e minimalista ao extremo, o estilo Sokurov não faz muito meu tipo, mas não deixa de ser um registro interessante.

LÚCIDO
(Lucid; Canadá, 2005. Dir. Sean Garrity)
Um terapeuta trata de três pacientes e descobre que os problemas deles são parecidos com o dele. Uma hora ouvindo e vendo problema dos outros não é fácil. Haja paciência. A meia-hora final é uma imitação do tipo O SEXTO SENTIDO. Haja saco. Ou seja, uma total perda de tempo.



 Escrito por Bakemon às 09h43
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BAKEMON NA MOSTRA

SUMMER PALACE
(Yehe Yuan; China/França, 2006. Dir. Lou Ye)
Narra a trajetória de uma garota de um vilarejo que se muda para Pequim para cursar a universidade. O filme então traça um paralelo entre as transformações na vida dela e da sociedade chinesa dos anos 80 para cá, incluindo o famoso massacre da Praça Celestial. Não posso dar um julgamento sobre este filme, pois não assisti até o final por incompatibilidade de horários.

A BELA DA TARDE
(Belle du jour; França/Itália, 1967. Dir. Luis Buñuel)
Um mulher se prostitui para buscar o prazer que não consegue obter com o marido. Buñuel faz neste filme uma tentativa de fusão entre a realidade e o mundo dos prazeres pervertidos da mulher. Nem de longe é meu preferido, mas valeu a conferida. Só lamento a cópia podre usada na projeção. Mas tá limpo, pois não é sempre que temos um filme do cara nas telonas.

VIOLÊNCIA EM FAMÍLIA (foto)
(Suburban Mayhem; Austrália, 2006. Dir. Paul Goldman)
Uma garota porra-louca dita sua vida a seu modo: drogas, carros, sexo etc. Quando algum obstáculo aparece, faz de tudo para destruí-lo, inclusive seu pai. Tudo feito para impressionar adolescentes e vovozinhas, mas no fundo não passa de um retrato superficial das coisas. É como alguém te desse um tapa na cara e não explicasse o motivo. Só vale mesmo a bacana trilha sonora só com sonzeiras femininas.

HAMACA PARAGUAYA
(Argentina/Paraguai/Holanda/Áustria/França/Alemanha, 2006; Dir. Paz Encina)
Se contei 10 cortes foi muito. Planos estáticos e abertos que, às vezes, duram 10 minutos quebrados por imagens do céu nublado. É inevitável não lembrar do filme protesto português BRANCA DE NEVE, de João Carlos Monteiro (sem imagens e com quadros intercalados com fotos do céu). No filme, um casal de idosos espera pela volta de seu filho que foi à guerra. Conversas vagas e desconexas sobre o filho, o calor, o cachorro... Lembra até alguns filmes do Yasujiro Ozu. Pode parecer estranho, mas no final até ficou interessante. É como juntar gigantescos e lentos pedaços de um quebra-cabeça. E valeu a experiência, afinal não é sempre que tenho a possibilidade de assistir a um filme paraguaio falado em guarani.



 Escrito por Bakemon às 10h45
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BAKEMON NA MOSTRA

A Estrada
(Fang Xiang Zhi lu; China, 2006. Dir. Jiarui Zhang)
Super bacana esse filme que mostra a trajetória de Chun Fang, uma cobradora de ônibus intermunicipal durante o reinado de Mao Tse-Tung e a Revolução Cultural até os dias de hoje. Seus amores proibidos, o casamento e a relação com o trabalho dentro do regime Maoísta. Além desse interessante aspecto histórico, o filme tem belíssimas paisagens que me fizeram querer voar para dentro da tela.

Efectos Secundarios
(México, 2006. Dir. Issa López)
Toda ação tem sua reação. A Lei de Newton é a idéia desse filme com quatro personagens e as consequências de suas atitudes durante uma festa de formatura que tem reação até os dias de hoje após se reencontrarem em uma festa anos depois. Tudo muito engraçadinho e bonitinho como uma propaganda de Cocô-Cola, mas igualmente esquecível.

Time (foto)
(Shi Gan; Coréia do Sul, 2006. Dir. Kim Ki-Duk)
Um filme mais tranquilo do cara no estilo A CASA VAZIA. Aliando humor e as dubiedades de sempre, Ki-Duk desta vez enfoca a mania da busca da beleza ideal na figura de uma mulher que resolve fazer uma plástica para manter seu relacionamento "quente". O problema é a maneira como ela faz isso — coisa de mulher maníaca-depressiva-obssessiva. Engraçado e destruidor ao mesmo tempo.



 Escrito por Bakemon às 10h34
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BAKEMON NA MOSTRA

Um longo caminho
(Qian Li Zou Dan Qi; Hong Kong/Japão, 2005. Dir. Zhang Yimou)
Ao saber que seu filho, que não vê há anos, está todo fodido com câncer, o típico pai japonês que não nutre carinho e amizade com o filho, resolve partir para uma cidadezinha remota da China para realizar o último desejo dele: filmar um cantor de uma ópera chinesa. E, através da jornada, descobre o pai desgraçado que sempre foi. Apesar de alguns clinchês e de um certo exagero emocional, trata-se de um belíssimo filme com excelentes personagens. Numa época onde as relações entre o Japão e a China estão, no minimo, estranhas, é um filme para se assistir com muito carinho.

Fonte da Vida
(The Fountain; EUA, 2006. Dir. Darren Aronofsky)
Um filme que gira, gira e gira, mas que não sai do lugar. Estranho? Sim, muito estranho? Mas dessa estranheza de clima envolvente talvez você tire alguma beleza, pois o filme é um lance meio Caine (da série Kung Fu, com David Carradine) transformando-se em hare krishna lutando pela imortalidade no mundo Maia etc etc. Mas como diz o filósofo Fudêncio: "Pi, pi, pi, pi? Pi, pi, pi, pi!".

El labirinto del fauno (foto)
(Espanha/México/EUA, 2006. Dir. Guillermo del Toro)
Olha, não que fiquei decepcionado, mas não atingiu minhas expectativas (isso que dá ficar muito ancioso por um filme). De qualquer forma, vale assisti-lo, principalmente pelos excepcionais seres do mundo subterrâneo — a sequência com o cara com os olhos nas mãos (foto acima) é formidável! O filme é sobre uma garotinha que enfrenta três infernos: a guerra, o padrasto capitão FDP e uma aventura sobrenatural no estilo "Alice no País das Maravilhas" para tentar fugir dos dois primeiros. Só sei de uma coisa: M. Night Shyamalan, deixe suas historinhas de ninar para seus filhos e dexeim os contos de fadas para quem sabe.



 Escrito por Bakemon às 09h04
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PARA PASSAR O TEMPO...

Semana passada, li uma notícia sobre dois policiais americanos que passaram mal em uma lanchonete depois de comerem hamburgeres de uma famosa cadeia de fast food. Até aí, normal. Mas o detalhe é o ingrediente especial além do molho secreto: cannabis sativa, ou melhor, maconha! Sim!!! Dois funcionários brincalhões trocaram as minhocas e a soja-devasta-amazônia por maconha! Não diria que é o famoso Space Cake que servem em Amsterdã, mas sim um Space Burger! Fico imaginando então como seria o documentário SUPER SIZE ME feito com esses lanches... Super Size for a penny, sir?

Saiu uma pesquisa com os 10 filmes mais aterrorizantes segundo os ingleses. Eles são mais bundões que pensei. BRINQUEDO ASSASSINO, por exemplo colocaria na minha lista de comédias; e com todo respeito ao meus heróis de infância Jason, Michael Myers e Freddy... Qualé??? PÂNICO e VERÃO PASSADO??? Faltou aí BARRADOS NO BAILE. Eis a lista completa:
1. A Hora do Pesadelo
2. Jogos Mortais
3. O Massacre da Serra Elétrica
4. Halloween
5. Candyman
6. Sexta-Feira 13
7. Pânico
8. O Albergue
9. Brinquedo Assassino
10. Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado



 Escrito por Bakemon às 12h50
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Roubada!

Socorro! Socorro! O GRITO 2 — o décimo quarto ou quinto ou sexto Ju-On versão 4.6.0/2006 — é roubada!!!!!



 Escrito por Bakemon às 12h48
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DOIS TAILANDESES

Sim, sim, SHUTTER é um bom filme. Mas ele ainda continua meio que solitário na lista dos grandes filmes de terror tailandeses. Claro, o gênero ainda é recente naquele país, apesar da incessante produção. Esses dias tive a oportunidade de testemunhar mais duas produções na esperança de passar bons momentos com eles. Coincidentemente, os dois filmes têm os mesmos problemas: roteiro de desenho animado, uma edição pouco eficiente, atores de quinta etc. Mas vamos nessa:

Art of the Devil II
O primeiro é brocha total, mas este segundo até que é legalzinho. Um pouco mais de capricho poderia ter resultado em um grande filme. Mas, porra, o filme tem umas cenas cabulosas de tortura e de canibalismo mal-passado, magia-negra, algumas gatinhas etc. Por isso, quem se importa se o roteirista faz parte da Academia Tailandesa de Letras ou se o diretor quer concorrer ao Oscar? Se o seu negócio é se arrepiar com muito sangue e nojeirinhas, vai fundo. O filme todo é sobre vingança usando macumba daqueles lados — das brabas! Do filho contra a madrasta; de uns alunos contra um professor tarado; etc etc. E quem ganha com tudo isso é o pai de santo com sua fiel clientela e nós, que nos divertimos com esse filminho.

Hell (Narok)
Uma moçada viaja em uma van para rodar um filminho, mas um acidente automobilístico faz com que o destino deles seja a UTI de um hospital. Enquanto aguardam a morte, seus espíritos sujos e pecaminosos acabam parando numa zona de triagem do inferno (!!!). Nesse lugar, alguns reincarnam e outros ficam ali curtindo o clima hospitaleiro do local comandados por Satã. São submetidos a todos os tipos de torturas, sadismos, massacres, horário político etc. Claro que os caras vêem uma luz no fim do túnel, numa possibilidade de voltar a viver e fazem de tudo para voltar a seus corpos.



 Escrito por Bakemon às 13h05
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Problems, problems...

Hei, muchachos!!! O email bakemon@terra.com.br está com pau graças a insuperável competência do provedor Terra que novamente parece estar fora de órbita. Enquanto isso, vamos continuar trocando idéias pelo velho ultramaniacs@ig.com.br



 Escrito por Bakemon às 17h12
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Alex de la Iglesia ataca novamente

LA HABITACIÓN DEL NIÑO (O Quarto da Criança) é o episódio dirigido pelo genial Alex de la Iglesia para a série de terror espanhola Peliculas para no dormir. O episódio mostra Juan e Sonia, um casal perfeito, feliz e bem-sucedido, que se mudam com seu filho recém-nascido para um antigo casarão. Recebem como presente, um daqueles falantes onde houve-se o som ambiente do quarto do bebê com todos seus peidos e choros. Mas o que Juan ouve são assustadores rugidos. No dia seguinte, instala câmeras e, além dos sons, vê no monitor um cara cabuloso sentado ao lado do bebê. É claro que ao chergar no quarto encontra só a criança. E assim, começa o tormento. De la Iglesia mostra a que veio e transforma o filme em mais do que um simples conto de terror. Fazendo da situação, um divertido e sarcástico desmoronamento de uma relação que tinha tudo para ser perfeita graças a paranóia e ao machismo-cínico do pai, fazendo do filme não só um filme sobre fantasmas, mas também uma guerra entre o homem e a mulher ou razão e a fantasia. Novamente, de la Iglesia faz um excelente trabalho provando que ele é um dos caras mais bacanas do cinema atual (pelo menos para mim). E que venha THE OXFORD MURDERS!



 Escrito por Bakemon às 12h46
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OLDBOY vs ZINDA

OLDBOY (Dir. Park Chan-Wook, Coréia do Sul, 2003)
ZINDA (Dir. Sanjay Gupta, Índia, 2005)
Uma cópia descarada ou um remake? Tire você mesmo sua conclusão.

Oh Dae-su e Bala


A hospedagem

Por favor, quem foi que me fodeu?

A dieta da vingança

Tratando a cárie

Corredor polonês

Dormindo com o inimigo

Álbum de recordações

Perdão



 Escrito por Bakemon às 13h07
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High Voltage, rock´n´roll!!!

Tem gente que ganha na megasena acumulada, outras têm a capacidade de ser atingida três vezes por raios. Perla é um desses casos que fazem dela a "escolhida", transformando-se na indestrutível Volta, uma super heroína das Filipinas que tem o poder de dominar raios elétricos. Como tosqueira pouca é bobagem e imagens valem mais que mil palavras, fiquem com essas barbaridades fotográficas inesquecíveis! Prestem atenção nos detalhes do sabre de luz e do avião invisível da vilã Celphora no melhor estilo Mulher Maravilha.






 Escrito por Bakemon às 12h29
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