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Trinidad e Tobago, Homem, Mais de 65 anos, Quechua, Assamese, emai:ultramaniacs@ig.com.br


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O que é isto?
BAKEMON


O FODÃO!

Continuamos a falar espanhol. Talvez seja a influência da Libertadores. Mas, vamos lá!

Enquanto Chaves e aquele seu personagem vermelho com anteninhas ainda engatinhava, um outro super-herói também vindo do México já estava a todo vapor enfrentando os mais temíveis mal-feitores que ameaçavam a paz da humanidade. Sim! Estou falando dele: SANTO, EL ENMASCARADO DE PLATA!!! Saído diretamente dos ringues de luta-livre mexicanos, ele foi o mais fodão e mais toscão herói de toda a América Latina! Usando sua inseparável máscara e aqueles típicos uniformes de lycra, enfrentou rivais super poderosos como lobisomens, vampiras, karatekas satânicos e outras outras terríveis aberrações. Mas pelo bem de todos nós ele se saiu vitorioso em todas essas sangrentas lutas. Um de seus maiores feitos foi sua histórica batalha contra Las Lobas. O evento foi registrado em um filme de 1972 onde Santo enfrenta uma terrível orda de mulheres lobas sanguinárias. Mas graças a uma lenda que dizia que somente uma entidade feita de prata poderia derrotá-las, Santo novamente foi chamado para que a humanidade pudesse dormir em paz até o dia em que uma nova ameaça apareça e coloque em risco a nossa segurança. A grande diferença desse filme em relação aos demais é a mão do diretor Jaime Jimenez, que deu ao filme uma atmosfera de autênticos filmes de terror com bons climas e alguns sustos. O filme termina de uma maneira triunfal após a luta de Santo contra os últimos dos lobisomens em um belo pôr-do-sol. E não se esqueça: diante dessas terríveis ameaças, Santo é a solução para suas preces!!!

Chamado 2! Não me chame!
A primeira grande decepção do ano... Um roteiro terrível... Não sei como o Nakata aceitou dirigir uma barca furada dessas. Ele até que tentou, mas o poço, ou melhor, o buraco era mais fundo ainda. Sem aquele mistério e suspense das versões originais e até mesmo do primeiro remake, o filme é uma interminável gororoba anárquica onde tudo é permitido. O Nakata até que tentou, mas no filme só se salva mesmo a maravilhosa Naomi Watts...



 Escrito por Bakemon às 09h16
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A turnê latino-americana do Bakemon

Infelizmente não pude ir viajar nesse feriado, mas em meio a muitos ovos de páscoa e festas tricolores, resolvi tirar o atraso e botar pra rodar muitos filmes em meu player. Vamos lá, em gosto de perferência:

Chac - The Rain God: a primeira coisa que me veio à cabeça ao asssitir esse cultuado filme do diretor chileno Rolando Klein foi aquele segmento com os homens de neanderthal de "2001: Uma Odisséia no Espaço", do Kubrick. Maluquice total! Trata-se de um filme inacreditavelmente hipnótico, com suas belas paisagens e um olhar profundo sobre a evolução humana e o aprendizado diante dos mistérios. O filme é baseado em um dos deuses apresentados no livro Popoh Vul (um tipo de bíblia da civilização Maia) que conta o surgimento da humanidade. O deus em questão dá título ao filme: Chac: o deus da chuva. O filme mostra os moradores de um povoado, que desesperados pela falta de chuva, pedem ajuda a um shaman. Ele então os leva a uma jornada desafiadora rumo ao desconhecido para tentar trazer a chuva de volta. Mas mais do que isso, ele precisa vencer a desconfiança e o ceticismo de todos diante da sua prática shaman não compreendida. Mas quem parece estar numa viajem somos nós. O que vemos na tela são coisas surreais, indecifráveis e até absurdas. Chac esteve perdido por anos, até ser encontrado e restaurado para DVD. É todo falando no dialeto maia e os atores são todos amadores, com exceção do shaman. Enfim, é diferente de tudo que havia visto até então. Maravilhoso!

Diários de Motocicleta: Apesar de seu um filme super bacana, sinceramente esperava mais desse filme. Mas calma! Adorei o filme! Apenas esperava que ele fosse mais road-movie. Mas vale a pena. É um filme altamente inspirador, com um visual magnífico e muito bem humorado. O filme é bem atual apesar dele ser ambientado nos anos 50 e as cenas rodadas no Peru foram especiais para mim e me arrepiou. Foi como um flashback. Acho que não é necessário dizer a história do filme...

 

 

O Pântano: típico filme sem começo, meio e fim. Mas isso não o impede que seja um interessante drama realista sobre o cotidiado de duas famílias onde as únicas preocupações sejam as compras de material escolar na Bolívia, o incessante calor, a falta de gelo nos drinks e os pimentões vermelhos (!!!!!). Apesar do filme não ter um conteúdo mais "visível", o filme é dirigido com muita sensiblidade e humor negro pela argentina Lucrecia Martel, que retrata muito bem a atual situação da classe média argentina resumindo-a nessas duas famílias.

 

 

Má Educação: as muitas cenas de homossexualismo —super desagradáveis de se ver, diga-se de passagem—, não tiram os méritos do filme. Almodóvar continua sua trajetória crítica em relação à Igreja Católica. Um estudante de uma escola católica resolve transformar em filme sua conturbada infância na instituição (seria que meio autobiográfico?). O filme além de ter um roteiro bem interessante, é filmado com muita criatividade com doses de suspenses que garantem o interesse até o seu final "surpreendente".

 

Visões: 100% balela. Antonio Banderas é um diretor de teatro infantil que depois de descobrir que possui o poder da clarividência tenta encontrar sua esposa sequestrada por militares argentinos na época da ditadura militar e também ajudar outras famílias. ZZZzzz.



 Escrito por Bakemon às 10h57
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A MAIOR VIAGEM DE MIIKE DE TODOS OS TEMPOS

Fazia algum tempo que não ficava ancioso para ver um filme como no caso de IZO. Afinal, não é todos os dias que temos uma fusão estelar com Takashi Miike dirigindo Takeshi Kitano. Mas... Depois de assistir ao filme não sei o que dizer. Sinceramente, IZO é um daqueles filmes que tenho que assitir umas cinco vezes para tirar uma conclusão mais justa. Mas o que poderia adiantar para vocês? IZO é um samurai sem-noção do tipo Joselito que recebe uma maldição antes da sua execução: vagar pelo tempo e levar sua espada sanguinária a todos que passarem pelo seu caminho. O filme tem seus momentos de glória, como uma velha que tira uma espada escondida de dentro de sua vagina para tentar matar IZO e outra, quando ele corta ao meio sua mãe rabujenta, que mesmo em pedaços, tenta dar um sermão agarrada a dois troncos. E também cenas polêmicas quando ele extermina um bando de crianças. O filme obedece a apenas uma lógica: que não existe lógica. IZO viaja para o futuro e então regressa e depois vai para um outro tempo e as sim vai até chegarmos ao dia de hoje, onde o primeiro ministro japonês (Kitano) o aguarda juntamente com um tipo de imperador. Tenho minhas teorias sobre o que Miike quis explorar com IZO, mas isso não vem ao caso agora, pois não estou a fim de papo-cabeça nem de política. Mas é um típico filme 8 ou 80... Mas meu sentimento é tão estranho sobre esse filme que não sei se estou no time dos 8 ou dos 80... Talvez numa outra oportunidade...



 Escrito por Bakemon às 08h49
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As cinco estações de Ki-Duk Kim

Existem poetas e poetas, da mesma maneira que existem diretores e diretores. E aqueles que conseguem ser os dois ao mesmo tempo. E Ki-Duk Kim é um deles! Parece ser chatice a minha falar de três filmes desse cara em um curto período de tempo, mas quando a coisa é boa, não posso deixar passar em branco... Falo de PRIMAVERA, VERÃO, OUTONO, INVERNO... E, PRIMAVERA. As cinco estações de Duk Kim. O filme mostra a trajetória de um aprendiz de um monge que mora com seu mestre num mini-templo flutuante no meio de um lago. Durante essas estações (com saltos de alguns anos entre elas), o pequeno monge sofre as mutações naturais de um homem diante das novas situações que se apresentam. Na primavera, ele tem o primeiro encontro com o conceito de morte, uma sina que carregará em todo o filme. No verão, já adolescente, conhece uma garota que vem ao templo para se curar de uma doença. E assim por diante, até o recomeço da vida na segunda primavera. Não falarei aqui das entrelinhas e dos inúmeros simbolismos, mas bastam algumas palavras: o filme é belíssimo e poético ao extremo, hipnotizante e denso ao mesmo tempo. Ou seja, uma obra-prima pintada a duas mãos como poucos.



 Escrito por Bakemon às 10h25
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Kurosawa encontra De Palma

Kiyoshi Kurosawa é um dos grandes nomes do cinema contemporâneo japonês, ponto. Brian de Palma é um dos principais diretores de suspense das últimas décadas, outro ponto. Essas duas afirmações são uma absoluta verdade. Visto isso, o que aconteceria se Kurosawa homenageasse um de seus mestres em um filme? O resultado pode ser conferido em DOPPELGANGER, que não chega aos pés dos excelentes CURE ou SEANCE, mas não deixa de ser uma obra interessante de Kurosawa por justamente usar elementos do De Palma: aquela musiquinha de fundo quando o cara dirige um automóvel, a divisão da tela em quadros etc etc.

Doppleganger é um fenômeno paranormal onde a mesma pessoa pode ocupar dois espaços ao mesmo tempo. No filme, Michio Hayasaki (Koji Yakusho - Sim! De novo ele!!!) é um pesquisador de membros artificias para paraplégicos que se vê diante desse fenômeno. A primeira metade do filme, onde Michio tenta descobrir o que está havendo com ele, é puro Brian de Palma, já na segunda parte, Kurosawa assume a direção e põe sua mente em serviço, expondo novamente o lado sombrio de cada um de nós para criar uma atmosfera que é apenas o reflexo do lado mais negro de nossas personalidades. Viva Kurosawa! Viva De Palma!

O ZZZzzz da semana vai para GARUDA. Uma produção tailandesa sobre uma besta voadora que acorda após obras do metrô em Bangkok. O filme é, sem dúvida, um bom remédio para a insônia, com seu roteiro repetitivo, usual e com um discurso nacionalista exacerbado e até irritante. Esse filme é a prova de que os efeitos especias não são suficientes para fazer de um filme uma coisa interessante. Fuja dessa besta antes que seja tarde demais.



 Escrito por Bakemon às 13h09
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Cuidado, gringo!

Oh, não! E lá vem eles novamente! Dos mesmos produtores do clássico super-hiper-duber tosco QARQACHA, mais um filme de terror peruano pousou em meu DVD para a alegria de todos os apreciadores de um cinema com classe. Dessa vez é o não menos tosquento PISTHACO. Um lenda urbana sobre um assassino que, ao cair da noite, espalha o terror a todos os moradores de Ayacucho... Antes de continuar deixe-me fazer um adentro: Ayacucho é um departamento — equivalente a estado no Brasil — onde o terrorismo e o nacionalismo de esquerda se fazem mais presente naquele país. Portanto, Pisthaco é apenas um simbolismo crítico para a crescente influência estrangeria nos costumes e na cultura da população.

Bom, voltando ao filme... Não posso deixar de registrar o incrível trabalho dos atores e dos efeitos especiais de categoria extremamente duvidosa, por isso mesmo divertidíssimo; uma magistral trilha sonora, com grandes sucessos de Hollywood (que paradoxo!); além dos ingredientes já tradicionais que não podem faltar a produções desse gênero, como gore, nudez, estupros etc etc... E dá-lhe Pisthaco contra o imperialismo americano!!!



 Escrito por Bakemon às 09h48
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Mais doideras!

 

 

 

 

E lá vamos nós para mais uma atualização do nosso acervo. Desta vez a coisa está bem dividia em duas áreas: arte e maluquice. No primeiro seguimento temos Yasujiro Ozu com END OF THE SUMMER (clássico!!!), HARAKIRI outro clássicaço arrepiante de Masaki Kobayashi (quem não se arrepiar com a cena do harakiri de um samurai com uma espada de bambu só pode estar morto!!!) entre outros títulos de Kinji Fukasaku, Takashi Zeze etc etc. Ainda nessa área temos PRIMAVERA, VERÃO, OUTONO, INVERNO E... PRIMAVERA do fantástico Ki Duk-Kim e o taiwanês Tsai Ming Liang com seu cultuado THE HOLE. Para quem prefere doideras, GUINEA PIG e filmes mal-educados do Teruo Ishii são excelentes pedidas. Bom, é isso aí! Confira a lista completa no link à esquerda e faça sua proposta de troca e play no bicho!



 Escrito por Bakemon às 14h18
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KUNG FU POP!

Pegue algumas cenas de clássicos do kung fu, adicione uma dublagem no estilo hip hop e uma trilha sonora desse mesmo gênero e incremente nisso tudo um visual HQ. E você tem KUNG FAUX! Uma combinação no mínimo estranha e curiosa, mas que vale uma conferida, principalmente para quem curte hip hop. Quem não curte provavelmente vai se cansar logo, como eu. No Brasil o vol. 1 da série já está disponível com dois episódios de meia hora cada: "The Ill Master" e "Boxcutta", ambos sem legendas, tornando os episódios compreensíveis só para quem entende o inglês hip hop. Mas vá no rastro de KILL BILL e confira, nem que seja por curiosidade, depois fique a vontade para elogiar ou vomitar.



 Escrito por Bakemon às 09h23
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Senhor filme!

Sou um grande fã do Martin Scorcese (DEPOIS DE HORAS é um dos meus preferidos), mas sempre fico com um pé atrás com essas mega-produções como é o caso do O AVIADOR. Mas, de grátis... E digo: é um senhor filme! Não vou falar da produção, dos atores, do Oscar e essas coisas, mas digo que Scorcese continua com sua língua afiada contra o sistema americano de uma maneira única, representado-o com seus exageros, a ironia e o sarcasmo, tudo isso na figura do excêntrico Howard Huges e sua trupe. Duas cenas me chamaram a atenção: o jantar do cara com a família da Katharine Hepburn e a audiência pública com um senador Owen Brewster. Arrepiantes! Com certeza vale uma espiada.

Convocação
Convoco todos os são-paulinos com o sangue tricolor para participarem da festa inaugural da etapa da Libertadores em São Paulo. A celebração acontece hoje às 21h45 na Mansão do Morumbi com a visita dos chilenos do Universidad do Chile. É imprescindível a presença munidos de coração, pé direito e a garganta em forma. A gente se vê!



 Escrito por Bakemon às 11h18
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Relatório Ver Vídeo dos lançamentos para março

Fazer o quê? A nossa única referência (e olhe lá) de lanaçamentos do mercado de vídeo é a revista Ver Vídeo. Farei então, mensalmente, um pequeno relatório dos lançamentos em cima do que já assisti e do DVD Trailer que acompanha a revista. Começarei pela edição do mês passado, que adiantou os filmes que estarão nas locadoras este mês (desculpem o atraso). Em abril pegarei a edição deste mês e assim consecutivamente. Dividi em alguns capítulos. Acho que vão entender.

 

Esse eu assisti e considero obrigatório e verei novamente:
Super Size Me - A Dieta do Palhaço. Idem, EUA 2004, de Morgan Spurlock
Osama. Idem, Afeg/Jpn/Irl/Hol 2003, de Siddiq Barmak

Esse eu assisti e assista se der tempo:
Hellboy - Edição do Diretor. Idem, EUA 2004, de Guillermo del Toro. Com Ron Perlman
Starsky & Hutch - Justiça em Dobro. Idem, EUA 2004, de Tood Philips. Com Ben Stiller e Owen Wilson
Fahrenheit 11 de Setembro. Fahrenheit 9/11, EUA 2004, de Michael Moore
Sob o Domínio do Mal. The Manchurian Candidate, EUA 2004, de Jonathan Demme. Com Denzel Washington e Meryl Streep.
Metallica - Some Kind of Monster. Idem, EUA 2004, de Joe Berlinger e Bruce Sinosky
O Terminal. The Terminal, EUA 2004, de Steven Spielberg. Com Tom Hanks

Esse eu assisti e esqueça:
Resident Evil 2: Apocalipse. Idem, EUA/Inglaterra/França 2004, de Alexander Witt. Com Milla Jovovich
A Sétima Vítima. Darkness, EUA/Espanha 2002, de Jaume Balagueró. Com Anna Paquim
Celular - Um Grito de Socorro. Celular, EUA 2004, de David R. Ellis. Com Kim Basinger e William H. Macy

Esse eu vi o trailer e me interessou:
A Inveja Mata. Envy, EUA 2004, de Barry Levinson. Com Ben Stiller e Jack Black
Meninos de Deus. The Dangerous Lives of Altar Boys, EUA 2002, de Peter Care
Má Educação. La Mala Educación, Espanha 2004, de Pedro Almodóvar. Com Gael Garcia Bernal
Refém de uma Vida. The Clearing, EUA/Alemanha 2004, de Pieter Jan Brugge. Com Robert Redford e William Dafoe
The Cooler. Idem, EUA 2003, de Wayne Kramer. Com William H. Macy e Alec Baldwin
Edifício Master. Brasil 2002, de Eduardo Coutinho

O resto:
Bom, o resto... Deixarei mofando até que me provem o contrário.



 Escrito por Bakemon às 08h40
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Mais uma escola do mal...

Puxa... Realmente não sei explicar a fixação dos japoneses e dos coreanos com a escola... Bom, talvez por que a força dessa instituição nesses países se faz mais presente do que para nós. Coloco essa questão no ar pois a quantidade de filmes ambientados em escolas são inacreditáveis. Até parece que todas as escolas (fora os professores sanguinários) têm algum tipo de maldição! Vejam os filmes EKO EKO AZARAK, WHISPERING CORRIDORS, HAUNTED SCHOLL entre milhares de outros. O exemplo mais recente vem da Córeia do Sul com o filme BUNSHINSABA, do diretor Ahn Byeong-Gi, o mesmo do razoável THE PHONE. Em Bunshinsaba, mais uma lenda urbana se torna realidade para o desespero das gatinhas de um colégio para garotas (!!!). Um grupo de amigas evoca o demo de uma lenda japonesa (Bunshisaba) para dar fim às hostilidades de um grupo rival. Mas o que elas não sabiam é que elas estavam trazendo de volta um espírito de uma antiga estudante morta pelos colegas e pelos professores há mais de 30 anos atrás. Feita a merda, o espírito vem para se vingar de seus antigos malfeitores um a um. A história é meio batida concordo, mas Byeong-Gi evoluiu bastante desde The Phone e garante um bom clima para o filme com bons sustos e algumas sacadas interessantes, tudo naquele clima do horror oriental já bastante explorado desde os idos de Hideo Nakata e dos Pang Brothers. Chega por hoje, tenho que trampar...

>>> Agradecimentos ao meu amigo Raul por enviar diretamente dos camelôs de Lima mais esse filme. Quem sabe alguma dia os camelôs daqui apareçam com títulos desse tipo.



 Escrito por Bakemon às 11h58
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Licença literária

Esse final de semana passei meus olhos em 80 filmes! Mas calma! Não assisti 80 filmes!!! É que chegou até minhas mãos o excelente livro JAPANESE MOVIE POSTERS. Trata-se de uma compliação do crítico Chuck Stephens de 80 posteres de diversos gêneros do cinema japonês. Desde os clássicos filmes sobre a Yakuza até o cinema atual, passando por horror, pink, ficção, samurais e animação. O formato do livro é A4, o que permite uma excelente visualização dos posteres. Cada capítulo é introduzido por dois textos, um do colecionador Tetsuya Masuda e outro mais explicativo sobre o gênero em questão escrito pelo cinéfilo Kairakutei Black. E, em cada poster, além da sinopse e curisidades sobre o filme, os dados técnicos trazem o valor de mercado de cada item (algumas verdadeiras raridades que passam dos USD 100). Bom, seria pretensão demais falar que dá para se entender o cinema moderno japonês através do livro, mas com certeza, serve com uma viagem visual incrível através dos tempos. Enfim, um item altamente recomendável para fas do gênero.



 Escrito por Bakemon às 10h44
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Numa fria!

Ganhei o convite e fui assistir AMIGO OCULTO. Só assim mesmo, pois o filme é uma lástima em todos os sentidos. Pra começar pelo Robert De Niro. O cara sempre foi uma dos grandes nomes do cinema americano, mas ele tá se afundando a cada filme. Deu até pena vê-lo naquele papel. Tempos atrás já tinha assistido ao ENVIADO, mas esse se supera! Em AMIGO OCULTO, ele é um pai que se muda com a filha para o interior depois do suicídio da esposa. Sua filha então começa a enxergar um amigo imaginário que começa a perseguir De Niro. O filme é um exemplo de como não se fazer filme. Seu final é apenas a prova que todo o resto é mal feito com nenhuma preocupação com o roteiro, mais furado que queijo suiço, além de tratar o espectador como idiota. A sequência final, além de ridículo, é interminárvel e uma descarada tentativa de copiar clássicos como CABO DO MEDO ou O ILUMINADO. Se cuida, De Niro!!!



 Escrito por Bakemon às 14h06
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Siiiiiim!!! Vamos estrear uma nova seção na página do Bakemon!!!! Aqui relembraremos algumas das cenas mais inesquecíveis do cinema mundial. Aqueles momentos que marcaram seu coração e deixaram um rastro inesgotável de saudade. Aquele beijo ardente ao pôr-do-sol, aquela despedida choramingada na plataforma da estação do trem, a morte do cachorro de estimação etc etc... Tudo isso, você NÃO vai ver aqui!!! Mas o contrário...

E começamos com o pé direito! ICHI THE KILLER, do incrível Takashi Miike. É uma tarefa difícil escolher uma cena específica desse filme, pois todo ele é insano. Mas uma me chamou a atenção em especial. É quando um cara encontra Kakihara num beco e começa uma briguinha. Lembrando que Kakihara tem um rasgo nas extremidades da boca que o permite abrir sua mandíbula ao extremo. Vejam essa sequência e sintam o drama. Kakihara abre sua boca e engole o soco do cara e dá aquela mprdida básica!!!! Isso é inesquecível!



 Escrito por Bakemon às 10h46
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